domingo, 7 de abril de 2013

5 mitos sobre tempestades solares

Por Vanessa Daraya, de INFO Online • segunda, 14 maio 2012 - 15h46

Fim do mundo

 Divulgação/Nasa

Na sexta-feira (11), o Observatório de Dinâmica Solar (SDO), da Nasa, anunciou que novas movimentações na superfície do Sol vão produzir fortes explosões solares nos próximos dias.

Essa movimentação está relacionada com as manchas solares, regiões onde há uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no Sol, relacionadas ao seu campo magnético.

Somente em janeiro, foram detectadas duas erupções em um período de quatro dias seguidos por ondas com bilhões de toneladas de plasma percorrendo o espaço em direção a Terra com uma velocidade de 8 milhões de km/h.

Diante dessas explosões, são levantadas muitas hipóteses sobre quais os efeitos das tempestades solares na Terra. Adriana Válio, astrofísica da Universidade Presbiteriana Mackenzie, explica quais são os mitos sobre as tempestades solares.

A hipótese de o mundo acabar por causa de tempestades solares, por exemplo, é mito, “pois a maioria das consequências danosas da atividade solar ocorre apenas sobre equipamentos eletrônicos, como satélites, GPS, além de transformadores e linhas de transmissão de alta tensão, por exemplo,” explica




 

Riscos para saúde

 

Divulgação/Nasa

Muitas pessoas acreditam que as tempestades solares podem causar riscos imediatos para a saúde de quem está na Terra. Porém, apenas os astronautas e pilotos podem ser prejudicados.

“Os astronautas que estiverem fora da estação espacial podem, sim, sofrer uma dose de radiação letal de uma explosão solar”, conta. Por sua vez, tripulação e passageiros de voos de avião com rota transpolar (que passam pelos Polos) ou pilotos de aviões de caça que sobem em altitudes muito altas podem receber uma dose de raio X similar a de uma chapa do pulmão, segundo Adriana.

No entanto, Adriana explica que as tempestades podem aumentar a propensão ao câncer de pele. A radiação ultravioleta produzida pelo Sol aumenta periodicamente com o ciclo de atividade solar de 11 anos. “Esta radiação faz com que a quantidade de ozônio aumente de 1 a 2% durante o máximo do ciclo solar, que coincide com o período de máxima ocorrência das tempestades solares”, conta.

Como o ozônio ajuda a impedir a passagem dos raios ultravioletas, a população fica mais exposta a esse tipo de raio. Ele penetra profundamente e desencadeia reações e alterações celulares que, por meio de mutações genéticas, podem predispor ao câncer da pele.


Falha Eletrônica

Flickr/edans

Há também a hipótese de que conforme a intensidade da tempestade, tudo que é eletrônico pode falhar, inclusive os que equipam um avião. Porém, Adriana destaca que as partículas carregadas pelas tempestades solares afetam os equipamentos eletrônicos, o que causa picos de correntes capazes de danificar aparelhos ou queimar transformadores.

Porém, Adriana ressalta que apenas as tempestades muito intensas são capazes destes efeitos e felizmente são muito raras. “No caso do avião, o problema é com o sistema de navegação, seja por bússola, seja por um GPS, mas a estrutura do avião em si não sofre danos”, justifica.


Terremotos e tsunamis

 Flickr/Cecar

Para quem acredita que tempestades solares de alta intensidade podem causar terremotos e tsunamis, Adriana destaca que isso é um mito.

Não existe evidência científica de nenhuma correlação entre a ocorrência de atividade solar ou terremotos e tsunamis (consequência de alguns terremotos) que são decorrentes da atividade geológica da Terra, sem influência do ciclo magnético solar.


Clima Terrestre 

 Divulgação/Nasa

Com relação às tempestades solares alterarem o clima terrestre, Adriana diz que esse ainda é um assunto controverso. Ela explica que existem algumas evidências da que a temperatura média na Terra pode ser influenciada pela atividade solar em escalas de tempo de décadas.

Adriana conta que o melhor exemplo é o chamado mínimo de Maunder, um período de 70 anos de atividade solar extremamente baixa, entre aproximadamente 1650 e 1720, quando o Sol não apresentou quase nenhuma mancha escura em sua superfície.

“Neste período, foram registradas temperaturas anormalmente baixas na Terra”, explica. Um reflexo dessa situação pode ser visto nas pinturas da época, que retrataram pessoas patinando sobre rios como o Sena e Tâmisa congelados. Esse período ficou conhecido como pequena era glacial. 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Tempestade solar catastrófica pode atingir a Terra

Divulgação/Nasa

A Academia Real de Engenharia do Reino Unido alertou sobre os riscos de uma supertempestade solar que pode atingir a Terra em breve. Em relatório, os cientistas destacam que o evento é inevitável e pedem medidas preventivas.
Essas tempestades são causadas por manchas solares, regiões onde há uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no Sol, relacionadas ao seu campo magnético.
O Sol tem ciclos de atividade de aproximadamente 11 anos, com períodos mais intensos. O auge desse ciclo acontece agora, em 2013. Por isso, muitos países já começam a buscar maneiras de se preparar para uma grande tempestade solar.
Segundo o jornal Huffington Post, os pesquisadores britânicos anunciaram que essa supertempestade é um evento de proporções raras. Isso porque erupções solares responsáveis por causar tempestades na Terra são muito comuns. Mas essa que se aproxima deve ser parecida com o Evento de Carrington, que aconteceu em 1 de setembro de 1859. Na ocasião, postos de telégrafo pegaram fogo e as redes tiveram grandes interrupções. Também foram registrados distúrbios no campo magnético da Terra.
É provável que a próxima tempestade seja intensa como a ocorrida há mais de 150 anos. Porém, os cientistas alertam que os efeitos na Terra podem ser mais impactantes agora por causa da grande dependência tecnológica atual. A próxima tempestade solar traria consequências para equipamentos eletrônicos, como satélites, comunicações por rádio, GPS, transformadores e linhas de transmissão de alta tensão.
Tudo isso é causado pelas partículas carregadas pelas tempestades solares, que afetam os equipamentos eletrônicos. Isso causa picos de correntes capazes de danificar aparelhos ou queimar transformadores. Como consequência, pode acontecer um colapso nos sistemas de comunicação, nos automóveis e na aviação.
Somente nos EUA, o dano econômico de uma tempestade nessas proporções pode ser entre 1 e 2 trilhões de dólares no primeiro ano. A recuperação completa de todas os perdas causadas pode demorar de 4 a 10 anos, de acordo com um relatório de 2008 do Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos.
Segundo Adriana Valio, astrofísica e presidente da Sociedade Astronômica Brasileira, vale lembrar que essas tempestades não causam riscos imediatos para a saúde de quem está na Terra. Apenas os astronautas fora da estação espacial e pilotos de aviões de caça ou de voos com rota transpolar podem ser prejudicados.

Por , de INFO Online
• Sexta-feira, 08 de fevereiro de 2013 - 14h48

domingo, 21 de outubro de 2012

Qual a diferença entre gripe e resfriado?

RESFRIADO

       É uma infecção aguda virótica (os rinovírus são os principais agentes causadores), geralmente sem febre, na qual as principais manifestações clínicas envolvem as vias aèreas superiores, com secreçao nasal (coriza) ou obstrução nasal como sintoma predominante. Com a exposição ao agente, a infecção pode ser facilitada por fadiga excessiva, distúrbios emocionais e alérgicos.


GRIPE

É uma infecção respiratória aguda causada por um virus específico, denominado INFLUENZA, que ocasiona febre, prostação, coriza, tosse, dor de cabeça, dor de ganganta.

Geralmente ocorre como uma epidemia no inverno. Pode complicar com infecção bacteriana secundária que deve ser tratada com antibióticos.
O vírus da influenza apresenta vários sorotipos e sofrem mutações de um ano para outro.

Estão sendo fabricadas vacinas que devem ser repetidas todos os anos, principalmente pelos grupos de maior risco (idosos e pacientes com problemas respiratórios crônicos).

Fonte: Saúde na Internet

terça-feira, 3 de julho de 2012

Os Benefícios da Pimenta Vermelha

     A pimenta vermelha tem seis vezes mais vitamina C do que a laranja e rica em flavonóides.

     A capsaicina, substância contida na pimenta vermelha e responsável pelo sabor picante, possui propriedades antinflamatórias. antioxidantes e tem a capacidade de estimulação e liberação de endofina  que promove a saudável sensação de bem-estar.


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Invenções Brasileiras

5 incríveis invenções brasileiras para as quais ninguém deu bola

Conheça alguns importantes produtos nascidos em território nacional que não ganharam o devido reconhecimento.Visualizações 

Por Wikerson Landim em 16 de Dezembro de 2011
 
Não basta ter uma boa ideia, é preciso colocá-la em prática e deixar registrado para o mundo, de preferência usando vias jurídicas, que você é o verdadeiro autor. Se na atualidade a guerra de patentes é uma notícia constante nos meios de comunicação, em outras épocas, quando era muito mais difícil tanto o registro quanto a propagação da informação, a situação era ainda pior.
Para quem imagina que os brasileiros não têm boas ideias ou que tudo que é inovador surge apenas em outros países, basta dar uma olhada na história das invenções para perceber que a situação não é bem essa. Nossos cientistas e pesquisadores sempre tiveram bons projetos, mas por falta de reconhecimento e apoio, muito acabaram ficando pelo caminho e as glórias pela novidade acabaram indo parar em outras terras.
Conheça algumas das invenções que poderiam ter nascido no Brasil ou mesmo que surgiram por aqui, mas por alguma razão não deram aos seus criadores os devidos créditos pela genialidade.


Fotografia

(Fonte da imagem: JB Print)

O primeiro homem a descobrir uma forma de gravar imagens com o uso da luz não era brasileiro, mas vivia em nosso território. Morador da cidade de Campinas, interior de São Paulo, o francês Hercules Florence descobriu um método para imprimir fotos usando papel sensibilizado com nitrato de prata.
O princípio fotográfico é utilizado até hoje em revelações de imagens, porém basta pesquisar em qualquer livro de história para perceber que o nome de Florence não está entre os inventores da fotografia. Isso aconteceu porque, enquanto ele desenvolvia seu trabalho em silêncio por aqui, uma pesquisa similar estava em andamento na França.
As pesquisas de Louis Daguerre e Joseph Niépce são consideradas o ponto inicial da fotografia e ambos herdaram o título de paternidade da invenção. Ao saber das conquistas da dupla francesa, Florence abandonou as suas pesquisas.


Identificador de chamadas

 
(Fonte da imagem: Que Barato)

Sabe quando o seu telefone toca e você consegue descobrir quem está ligando antes mesmo de atender a ligação? Pois você deveria agradecer ao mineiro Nélio Nicolai, criador do identificador de chamadas, popularmente conhecido como BINA.
O aparelho, criado na década de 80, chegou a ser bem-sucedido junto aos telefones fixos nos anos 90. Porém, Nicolai afirma que a sua tecnologia foi adaptada para os celulares sem autorização e, por conta disso, até hoje trava uma briga na justiça brasileira e de outros países pelos direitos autorais da invenção.


Máquina de escrever

(Fonte da imagem: Renato Lellis)

Hoje as máquinas de escrever já são praticamente peças de museu, mas antes dos computadores era comum encontrar em qualquer escritório diversos aparelhos como esses. Essa invenção também nasceu no Brasil, ainda no século XIX.
O padre João Francisco de Azevedo teve a ideia de adaptar um piano de 24 teclas para que ele pudesse imprimir letras em um papel. Para mudar de linha era preciso pisar no pedal, localizado na parte de baixo do aparelho. Sem dúvida, a ideia era bastante promissora.
Velho e doente, Azevedo confiou a sua invenção ao negociante George Napoleon, que dizia ter possíveis interessados em fabricá-la nos Estados Unidos. O padre nunca mais teve notícias do vendedor, mas alguns anos depois um modelo quase igual foi apresentado em solo americano por Christofer Sholes. Em seguida, a empresa Remington comprou a ideia e passou a fabricá-las em escala comercial.


Radiotransmissão

(Fonte da imagem: Cape Old radio)

Embora hoje o nome do padre Roberto Landell de Moura seja associado com mais frequência à invenção da radiotransmissão, nem sempre foi assim, e ele morreu sem ser creditado pela sua invenção. De acordo com os relatos, o padre teria sido o precursor na transferência de voz por ondas de rádio.
A partir da Avenida Paulista, em São Paulo, uma mensagem dizendo “alô, alô” foi ouvida a oito quilômetros de distância em um telefone sem fio. No mesmo ano, o italino Guglielmo Marconi, considerado o pioneiro da radiotransmissão, conseguiu apenas transmitir sinais telegráficos a algumas centenas de metros.
O nome de Landell de Moura só veio à tona na década de 40, quando a justiça norte-americana decidiu que Marconi não era o inventor. Apesar de não ter colhido os louros da fama em vida, hoje seu nome é citado como um dos prováveis criadores do rádio.


Avião

(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Ao menos no Brasil, Santos Dumont é respeitado e reconhecido como sendo o pai da aviação. Em 2005, quando foi comemorado o centenário do primeiro voo do 14 Bis, Dumont recebeu diversas homenagens no país e até mesmo na Europa. Mas ainda assim sua invenção é bastante injustiçada.
A paternidade da aviação ainda é um assunto polêmico, ao menos para os norte-americanos. Segundo eles, os verdadeiros criadores da aviação seriam os irmãos Orville e Willbur Wright que em 1903, dois anos antes do primeiro voo de Dumont, voaram com o Flyer I. A diferença é que enquanto o voo dos americanos contou com uma catapulta para colocar o aparelho no ar, o voo do brasileiro subiu impulsionado apenas por um motor a combustão.
Em resumo: na prática, a aviação como existe hoje, pode ser considerada obra de Santos Dumont, mas os primeiros a voarem, ainda que com auxílio, foram os norte-americanos. E aí, quem pode ser considerado de fato o pai da aviação?

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Dinossauros Brasileiros

PRINCIPAIS ESPÉCIES DE DINOSSAUROS BRASILEIROS: 

Espinossauro (Spinosaurus aegipticus)


- Viveu há 100 milhões de anos atrás na região do atual estado do Ceará. Pesava, em média, 500 quilos e tinha aproximadamente 3 metros de comprimento.


Abelissauro (Abelisaurus comahuensis)
https://encrypted-tbn1.google.com/images?q=tbn:ANd9GcSTl_mvS4IHyj_q1VAb4K7TNwUjYhNGd_zKnzMiYpbLd67lZSea4g

- Habitou a região dos atuais estados de Minas Gerais e São Paulo. Tinha, aproximadamente, 6 metros de comprimento. Era um dinossauro carnívoro e possuía semelhança física com o Tiranossauro rex. Chegava a ter quase 5 metros de altura.

Carnossauro 

https://encrypted-tbn0.google.com/images?q=tbn:ANd9GcQIFF2t2GjOi6iqksS1PBibJrlILU-kjKQoE_yOC7HMKpxTaKPT

- Habitou a região dos atuais estados de Mato Grosso, Paraíba e Bahia. Eram carnívoros e chegavam a medir cerca de 7 metros de comprimento.


Celurossauro
https://encrypted-tbn3.google.com/images?q=tbn:ANd9GcR7Z99_Qq2THo1kh0G91_Z0R46V-A7wnmootfeHXAMmm_Yu4q5PqQ

- Viveu na região do estado de São Paulo no período Jurássico. Carnívoro e bípede, este dinossauro era muito veloz. Chegavam a ter 3 metros de comprimento e possuíam cauda longa e pescoço flexível.

Estauricossauro (Staurikossaurus pricei)

https://encrypted-tbn1.google.com/images?q=tbn:ANd9GcRXpO-5mgjO6_dSXuHm3bSlrf4dyqqHCKqaCRVJl5di7ownKtiJhA

- Habitou a região do Rio Grande do Sul. Carnívoro, media cerca de 2 metros de comprimento e pesava, aproximadamente, 50 quilos.

Iguanodonte



- Habitou a região do estado da Paraíba. Era um dinossauro muito grande, pois chegava a pesar até 5 toneladas. Tinha de 5 a 10 metros de comprimento e até 7 metros de altura.

Titanossauro (Titanosaurus indicus)

https://encrypted-tbn0.google.com/images?q=tbn:ANd9GcSK5JTIDcyNpGXt_b3OhKT-3T33ulWDWE6iRglb3qgWQQ3AEYt5

- Considerado o maior dinossauro que habitou o Brasil. Viveu nos atuais estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso. Viveram no Cretáceo. Chagavam a alcançar até 15 metros de comprimento, 5 de altura e pesar até 15 toneladas.  


Dinossauros brasileiros 

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A Super Lua


     

Os românticos de plantão devem ficar atentos. Neste sábado (5), a Lua ficará mais próxima da Terra. O fenômeno conhecido como perigeu lunar foi anunciado pela Nasa e consiste em uma lua cheia de um lado e o sol no ponto diametralmente oposto com o planeta Terra no meio. Em outras palavras, consiste em uma lua maior e mais brilhosa que o normal. Todos os anos,o fenômeno acontece pelo menos seis vezes, mas desta vez, a aproximação com a Terra é maior. Apenas 356.955 quilômetros de distância. O perigeu e a Lua Cheia terão intervalo de 5 minutos. 

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR